Como canais de atendimento integrados beneficiam seus clientes e sua empresa?

Oferecer um atendimento de qualidade através de qualquer canal onde a empresa esteja presente é fundamental na estratégia do seu negócio, seja na pré-venda, durante o fechamento ou no atendimento pós-venda. O consumidor, hoje, espera que a empresa conheça as suas preferências e esteja pronta para atendê-lo com base nestas informações.

Isso estabelecido, pergunto: Como integrar os canais de atendimento pode ser um grande diferencial para o seu negócio e para os seus clientes?

Atendimento é um grande benefícios para seus clientes, e para você

O discurso da sua empresa precisa ser uniforme.  Independentemente do canal através do qual o cliente se comunicando. Dado o crescente custo de aquisição de clientes, é importante evitar a perda de clientes por uma desistência após experiências negativas em canais ineficientes, seja por falta de respostas ou por constatarem que o que você disse em um canal entrou em contradição com outro.

Como já dissemos, o cliente deseja se sentir importante aos olhos da empresa e a melhor forma de ajudá-lo nisso é resolvendo os seus problemas de forma rápida e precisa. Pensando nisso, as companhias oferecem suporte multicanal, na esperança de que a variedade dos meios de contato facilitem as coisas, mas nem sempre é assim.

Infelizmente, é muito comum vermos esse tipo de abordagem causar ainda mais confusão, justamente pela falta de coerência e pela pobre troca de informações entre os diferentes canais. Tudo isso atrapalha a experiência do consumidor e frustra a equipe de suporte, que fica desmotivada por não conseguir atacar os problemas que são relatados.

Por outro lado, integrar o atendimento torna tudo mais simples, pois possibilita que os atendentes conheçam melhor as dificuldades da clientela e reajam a elas com a autonomia e a confiança necessárias para finalizar as questões de modo definitivo. Quem ganha com isso também é o consumidor, que se sente valorizado e vê que pode confiar na organização para suprir as suas demandas. Assim, com o moral da equipe e a satisfação do cliente lá em cima, a probabilidade de sucesso do negócio aumenta muito.

Integrando canais de atendimento

Em primeiro lugar, é importante escolher soluções de qualidade, que garantam a praticidade e a economia desejadas ao lidar com as mais variadas solicitações. A partir daí, essa integração ocorre por meio de ferramentas que promovam uma conversa constante entre os diferentes canais e ajudem a solucionar problemas ou a sanar dúvidas.

Existem ferramentas que gerenciam os atendimentos telefônicos e os integra com outros meios, como o chat e o e-mail. Isso permite saber de todos os contatos feitos pelo mesmo cliente, mesmo que não tenham sido por telefone.

Gerenciadores de e-mails também são muito úteis, pois conseguem ler um e-mail e direcioná-lo para o profissional ou para o departamento mais indicado, ajudando a pessoa interessada. É claro que essas são apenas algumas das soluções existentes e cada negócio precisa escolher bem quais das opções são mais adequadas para as necessidades do momento. No entanto, vale relembrar que a qualidade é vital, já que uma integração malfeita pode atrasar o progresso pretendido e causar prejuízos.

Atendimento integrado é mais fácil do que parece

De fato, implementar essa integração não é uma tarefa complicada demais. Não é preciso usar uma infinidade de programas nem contar com equipes especializadas só para operá-los.

Basta criar uma experiência única, com ferramentas de qualidade, que promovam a unidade de pensamento e de reação aos profissionais de suporte, habilitando-os a fazer um trabalho sólido, de qualidade superior. Em conclusão, sabemos que deixar o consumidor satisfeito é um desafio diário e, com o aumento da tecnologia, temos de fazer isso em vários canais ao mesmo tempo! Mas também não restam dúvidas de que saber integrar os canais de atendimento e investir nisso é a melhor maneira de realizar essa façanha.

Sales Enablement: Como a sua agência pode ir além do marketing?

Não é segredo para ninguém que o consumidor está cada vez mais exigente e ponderado quanto aos investimentos que realiza, especialmente quando falamos do segmento B2B (business to business). Tomadores de decisão nas empresas de diversos tamanhos buscam mais do que nunca entender qual o impacto em receita ou rentabilidade que determinado investimento irá causar, seja ele um investimento em ferramenta, serviço ou produto.
Felizmente, agências de marketing que trabalham com serviços orientados à geração de demanda têm nas mãos uma enorme oportunidade de impactar positivamente o negócio de seus clientes e, ainda melhor, metrificar e comprovar seus resultados, tirando qualquer dúvida sobre o seu papel, impacto e valor em determinada estratégia de negócio.
Fazer um trabalho de qualidade e, no fim do processo, entregar Leads qualificados significa estar cumprindo o seu papel e garantindo as vendas necessárias para ele ter certeza que o seu trabalho vale a pena, certo?
Errado. Sabe por que? Por que você não tem controle sobre a etapa após as suas entregas.
O que pode acontecer se o seu cliente tiver uma equipe de vendas sem um processo claro para abordar esses Leads? Sem entender claramente as etapas do processo de venda e as informações que devem ser validadas nos contatos com o cliente? E para piorar: sem a devida metrificação dos negócios ganhos e perdidos?
Costumo exemplificar essa situação fazendo uma analogia com a cadeia de distriresultadosbuição do setor moveleiro: se o fabricante de móveis se preocupar apenas com a venda que faz para um de seus lojistas, essa empresa correrá um sério risco de continuidade de negócios, uma vez que esse lojista só irá ter um novo ciclo de recompra do fabricante quando seu estoque for absorvido pelo cliente final. Não ajudar o lojista a vender seu estoque é basicamente “fechar os olhos” para um problema que é do fabricante, do distribuidor e de todos os elos anteriores da cadeia. Ou seja: não basta olhar para metade do processo, é necessário olhar para o processo como um todo e, preferencialmente, ter condições de apoiar o desenrolar do processo como um todo.
Se você é dono ou faz parte de uma agência orientada à geração de demanda e ainda não pensou o quanto você pode romper a linha que divide as áreas de marketing e vendas de seu cliente, pense nisso. Agências que assumem o posicionamento de orientar suas ações para impactar a rentabilidade e receita de seus clientes podem – e devem! – ter condição de apoiar o cliente a ter uma metodologia de vendas bem estruturada e apta a transformar seus insumos (Leads) em receita (vendas). Em outras palavras, entregar serviços orientados a sales enablement.

Sales Enablement: um (ainda) ilustre desconhecido, da teoria à prática

Segundo Scott Santucci, que participou de iniciativas orientadas a aproximar estratégia, marketing e vendas na Forrester, a visão da Forrester sobre sales enablement é:
“um processo estratégico e constante que empodera a estrutura orientada ao atendimento do cliente a ter uma conversa consistente e sistemática de alto valor com os variados stakeholders envolvidos ao longo de sua jornada de compra, objetivando maximizar o retorno sobre o investimento oriundo do processo e sistema de venda”
Aplicando o conceito no contexto de uma agência, essa é a camada de serviços que você pode prestar para apoiar seu cliente a fazer de seu processo de vendas algo racional, bem estruturado e alinhado com a jornada de compra do seu público-alvo – e com isso maximizar o potencial de retorno positivo da estratégia de geração de demanda.
“Este é um processo que podemos prestar para todos os clientes?” A resposta é Sim e não.
Conhecer metodologias e benchmarks de mercado irá dar grande propriedade e conhecimento para a agência influenciar positivamente na metodologia de vendas de determinado cliente, independente de seu modelo de atuação ou da forma na qual realiza suas vendas.
Por outro lado, perfis de negócio de venda não-complexa como o ecommerce não envolvem uma equipe de vendas que recebe Leads da agência para envolver em uma conversa comercial – neste caso, impactar as taxas de conversão do cliente será muito mais um trabalho de CRO (Conversion Rate Optimization, ou otimização da taxa de conversão) do que de sales enablement, uma vez que não existe equipe de vendas e atendimento ao cliente.

“Quais são os maiores desafios envolvidos em prestar esse serviço?”

Isso depende bastante de como o Inbound Marketing é visto por sua agência e como, consequentemente, essa mensagem é passada adiante para os seus clientes e potenciais clientes.
Um dos grandes diferenciais da metodologia de Inbound Marketing é seu caráter holístico: o planejamento e estratégia derivam não só das metas e objetivos de marketing, mas também dos objetivos operacionais e financeiros de áreas diversas da empresa. Se você já posiciona seus serviços para impactar o negócio do cliente de ponta a ponta, você já resolveu o maior desafio que poderia vir a enfrentar: a resistência do cliente em potencialmente mudar processos muito sensíveis do seu negócio, que certamente impactarão suas métricas e seus próximos passos.
Outros desafios comuns a isso são as diversas direções e escolas que existem no mercado sinalizando a forma de prestar esse serviço, as particularidades do processo de venda do seu potencial cliente e, obviamente, a aceitação das eventuais mudanças ocasionadas por esse processo por parte da equipe comercial do cliente – por isso é tão importante o alinhamento diretamente com os decisores do negócio, especialmente da área comercial, para garantir que serão cumpridas todas as recomendações e alterações propostas pela agência ao final do processo.
“Mas e na prática, como posso organizar as ações e estruturar esse serviço na minha agência?”
Na verdade este não é um serviço apenas, mas um conjunto de ações que você pode realizar para seu cliente para otimizar seu processo comercial e torna-lo o mais certeiro e coerente com as necessidades e etapas envolvidas na jornada de compra de determinado segmento de cliente.
O ponto de partida sempre será uma análise detalhada do seu cliente: como e com quem o processo de vendas começa, por onde e por quem esse processo passa e onde e com quem ele acaba. Além disso, qual ou quais segmentos de clientes são atendidos por seu cliente, qual é sua proposta de valor para cada um desses segmentos, como esse processo se “encaixa” com a jornada de compra que esses segmentos de clientes percorrem, enfim, uma análise direta entre o negócio do seu cliente e quem ele pretende atingir.
Após isso, um bom diagnóstico deve estar pronto e servir de base para ações mais específicas, como as que elenco abaixo:

Implementação de CRM

Embora pareça meio óbvio o uso de um sistema de CRM pela equipe comercial de qualquer empresa, muitas ainda não adotam a ferramenta por falta de conhecimento de seu potencial ou de como extrair valor de seu uso ou ainda por não saber qual é a melhor opção dentre as diversas ofertas existentes no mercado.
A despeito disso, trata-se de uma poderosa ferramenta que pode tornar mais racional algumas ações do processo de vendas (quando fazer o follow up ou quando movimentar uma oportunidade de um estágio para outro, por exemplo), dar mais agilidade no acesso de informações de determinado cliente ou mesmo entender métricas individuais ou da equipe, que auxiliam a gestão a tomar decisões e identificar oportunidades de melhoria. E as informações retidas nesses plataformas podem trazer bons feedbacks para o trabalho de marketing da sua agência.

Definição das etapas e do processo de vendas:

Essa também parece óbvia mas está longe de ser uma unanimidade. Um processo de vendas bem construído é aquele que “casa” com a jornada de compra do segmento dos clientes em questão e tem uma explicação clara para cada etapa existente, independente de quantas elas são. Sendo assim, um processo estruturado em cima destes pilares tornará a condução da conversa comercial mais efetiva e eficiente, melhorando as taxas de conversão do funil do seu cliente.
Para além disso, existem uma série de processos envolvidos em qualquer framework de vendas que costumam causar arrepios na coluna de qualquer vendedor. Se este for o caso do seu cliente, existe uma enorme probabilidade de existirem alguns processos que podem ser otimizados, redesenhados ou até mesmo eliminados, o que vai tornar tudo mais fluido e certeiro.

Capacitação do time comercial:

Essa é uma parte crítica e muito importante de um trabalho orientado a sales enablement, que é o próprio treinamento da equipe comercial. Dentro dessa vertical pode estar o alinhamento do discurso comercial, técnicas de conexão e rapport, utilização de ferramentas de apoio, dentre outras ações dedicadas a tornar a conversa mais relevante para o segmento de clientes alvo do início ao fim.
Vale ressaltar que a capacitação do time comercial pode ser um serviço isolado ou uma das etapas de algum outro serviço, mas dificilmente não estará presente em um processo de sales enablement, pelo simples fato de que esse alinhamento é fundamental para a correta execução do processo.
Materiais e ações que a sua agência pode realizar para auxiliar o processo de vendas
Além de ações ligadas diretamente ao processo de vendas do cliente, existem alguns conteúdos que sua agência pode produzir para apoiar o time comercial na hora de realizar novas vendas, como: templates de apresentação de oferta, templates de explicação de ferramentas/produtos, alguns comparativos com concorrentes, cases de sucesso, entre outros. Tudo isso atribui confiabilidade ao seu negócio, facilitando o fechamento com o cliente.
Esses são apenas alguns exemplos de ações que podem ser executadas com o objetivo de garantir o processo comercial do seu cliente como um todo, otimizando suas taxas de conversão e até mesmo a quantidade de recursos necessários para atingir determinada meta de geração de receita. Após isso tudo ocorrer, ainda resta uma etapa fundamental que é a mensuração dos resultados e/ou mudanças advindas desse processo – somente com isso será possível validar que houve ou não melhorias e determinar próximos passos, sejam eles na consolidação dessas mudanças ou de redefinição de alguma ação que não surtiu o resultado esperado.
Esse é um tema bastante novo dentro da realidade e processos “tradicionais” do mercado de comunicação, sendo portanto uma grande oportunidade para quem ainda não pensa sobre isso mas se identificou com a proposta de valor e objetivos dessa vertical de serviço. Não deixe de comentar abaixo caso tenha alguma experiência prática, considerações ou dúvidas sobre como aplicar isso dentro de sua agência. Toda a contribuição para amadurecer o tema é bem vinda! 🙂

7 passos para desenhar o seu processo de vendas

Vamos falar um pouco sobre o passo-a-passo da criação do processo de vendas e o que devemos fazer em cada etapa desse.

Não existe uma regra definida sobre a estrutura do processo de vendas, nem quantas etapas ele deve ter, isso vai variar de acordo com a sua abordagem, com o produto que você vende, com o ciclo decisório de seu cliente, entre outros fatores.

Mas nós acreditamos que a sua organização processual de vendas pode variar de 5 a 7 etapas.

Entre elas:

  1. Prospecção;
  2. Qualificação;
  3. Apresentação;
  4. Maturação;
  5. Negociação;
  6. Fechamento;
  7. Pós-venda.

Vamos falar sobre cada uma dessas etapas e o que a sua empresa deve fazer para conseguir um processo de vendas de sucesso.

Primeiramente, desenhe o perfil de seu cliente

É fundamental conhecer bem o seu mercado, antes de pensar em qualquer processo de vendas, ter em mente o perfil de cliente que a sua empresa quer atender e o porquê a sua empresa tem capacidade de atender esse mercado.

Depois que você traçar o perfil de cliente ideal da sua empresa, você está pronto para desenhar o seu processo de vendas.

Prospecção

É quando a sua empresa seleciona os potenciais clientes que poderão fazer negócios com ela, de acordo com o seu segmento e o público que você pretende atender.

Existe várias maneiras de encontrar clientes usando a internet, através dos resultados do Google, por localização (buscando os clientes de determinada região), por segmento (buscando empresas de um determinado segmento).

Além disso, você pode prospectar também indo para a rua, fazendo abordagem porta-a-porta na casa ou empresa de seus clientes e tentando ser recebido.

Uma outra modalidade de prospecção é coletar e-mails pelo seu site e mídias sociais para o envio de e-mail marketing e prospecção por e-mail.

De qualquer maneira, depois que você encontrar o seu cliente, souber seu nome, telefone, endereço e/ou e-mail, você precisa saber o que vai dizer a ele.

Isso significa que não basta selecionar os clientes que você quer vender, você precisa saber como chegar junto desse cliente e dizer coisas relevantes que sejam importantes para esse cliente nesse momento.

Por isso é importante que você saiba sobre o cliente, e conheça o seu produto: para saber como ele se encaixa no seu discurso comercial.

Qualificação

Aqui é o momento de tentar entender se um cliente quer/pode/precisa da sua solução.

Aqui é o momento de saber:

  • Se o prospect já tem o seu produto.
  • Se o prospect precisa do seu produto.
  • Se o prospect pode pagar pelo seu produto.

Lembre-se que a qualificação é uma etapa complementar da prospecção e, o papel aqui não é vender o seu produto ou dizer como ele é maravilhoso, mas sim, medir o interesse e possibilidade da compra.

 

Apresentação

Esse é o momento que você tem para mostrar como o seu produto se encaixa perfeitamente nas necessidades do cliente.

Não se concentre apenas em apresentar o seu produto para o consumidor e falar sobre você (sua empresa e produto), mas também, faça perguntas-chave para seus clientes. Coisas para mostrar nitidamente como o seu produto agrega valor à vida de seus clientes e os ajudam a vencer barreiras e problemas.

Portanto, prepare-se para fazer perguntas coerentes no momento da sua apresentação de vendas. É nesse momento que as pessoas vão decidir se a sua empresa realmente tem algo de útil a oferecer ou quer apenas sair na vantagem.

Maturação

Aqui é o momento que seu cliente precisa para amadurecer a ideia de comprar a sua solução, ou estudar outras propostas.

Essa é uma etapa em que geralmente o vendedor acaba sendo um coadjuvante. Mas, ainda assim, é muito importante estar de prontidão para

reapresentar a sua solução para outras pessoas envolvidas no processo, validando novamente o que a sua empresa pode fazer pelos clientes.

 

Negociação

É o momento que muito vendedor teme. É aqui que as pessoas choram por desconto e querem tirar o máximo pelo mínimo.

É preciso confiar no valor da sua expertise e saber quanto o seu produto vale para não ceder às pressões por preços e outras barganhas.

 

Fechamento

É aqui que as expetativas do cliente são alinhadas junto com o que a sua empresa pode fazer.

Nesse momento, o vendedor e o cliente precisam colocar no papel tudo o que as partes esperam da outra para que as expectativas sejam zeradas. Tudo o que a sua empresa prometeu e tudo o que o cliente espera de você.

Pós-venda

Algumas empresas e vendedores acreditam que a venda acaba depois que o contrato é assinado.

Ledo engano. É justamente nesse momento que a sua empresa tem que mostrar a que veio e realmente fazer uma imersão nos processos do cliente para entregar o prometido.

É justamente o pós-venda bem feito que garante que o cliente continue se relacionando com a sua empresa e comprando de você quando precisar novamente de algo que você faz.

O relacionamento do pós-venda é a porta para novas vendas para o mesmo cliente e indicações de novas oportunidades no futuro.

 

Agora que você entendeu como deve funcionar o processo de vendas, está na hora de você começar a rascunhar o processo de sua empresa.

Lembre-se de tudo que é feito durante o relacionamento comercial para que o processo esteja adaptado à realidade do seu mercado e seus clientes. Garanta que o processo seja o mais condizente possível com a realidade de vendas.

 

 

Fonte: Agendor blog

Saiba quem visitou sua empresa graças as campanhas do Facebook

A procura por produtos, lojas e marcas tem ganhado espaço nos dispositivos móveis. Hoje, 45% das pessoas usam o seu aparelho durante a jornada de compra, seja para pesquisar, comparar, comprar ou localizar a loja mais próxima. E o maior desafio das empresas físicas é medir o impacto de suas campanhas publicitárias sobre as visitas à loja e as vendas. Assim, o Facebook anunciou novas soluções para que as empresas consigam medir os resultados das suas campanhas no Facebook em celulares e tablets.

Como funciona

Os anúncios de divulgação nas imediações têm o objetivo de levar pessoas à sua loja. Os anúncios mostram às pessoas as lojas mais perto delas e oferecem chamadas para ação relevantes, como “Como chegar”, o que torna mais fácil ir às compras. Agora, com mais um recurso do Facebook o localizador de lojas nativo ajudará as pessoas a encontrar e navegar para a loja mais próxima. Tudo dentro do formato do anúncio.

Para tornar a ida para as lojas mais fácil, será incluído um localizador que mostrará um mapa de todos os locais de uma empresa nas proximidades. As pessoas podem clicar no mapa do anúncio e ver informações sobre os locais mais próximos. Sem sair do Facebook, elas vão visualizar endereço, horário de funcionamento, número de telefone, site e tempo de percurso estimado até cada loja.

Medir com rapidez e eficácia o impacto da publicidade sobre as empresas físicas tem sido um desafio às plataformas de mídia. Porém, agora temos uma nova métrica, as visitas à loja, que será mais um recurso para os relatórios de anúncios. Isso permitirá que os anunciantes entendam melhor o tráfego da loja depois de veicular uma campanha com divulgação nas imediações.

Os anunciantes podem usar os relatórios de visitas à loja para:

  • Ver quantas pessoas foram à sua loja após terem visto uma campanha do Facebook
  • Otimizar o criativo, a veiculação e o direcionamento do anúncio com base nas visitas à loja
  • Analisar os resultados em todas as lojas e regiões, para planejar e otimizar campanhas futuras

 

E aí, o que acharam do novo recurso do Facebook?

Fonte: Facebook para empresas

14 métricas de Marketing Digital que são relevantes para seu negócio

A única maneira de executar com sucesso uma estratégia online é acompanhar o desenrolar dos processos e medir seus resultados através das métricas de marketing digital.

E o principal diferencial das mídias online é a capacidade de medirmos os seus resultados para ajustarmos o desempenho de cada campanha ainda durante a sua veiculação.

1.Custo de aquisição de clientes (CAC)

Essa métrica, como o próprio nome diz, define o custo total de seu marketing e vendas para a aquisição de novos clientes. Ela mostra todos os gastos em publicidade, além de salários, comissões, horas extras e bônus concedidos para as equipes em um período de tempo determinado. Depois de calculado, divide-se pelo número de novos clientes pelo tempo estipulado. Por exemplo, se você gastou 300 mil reais em marketing e vendas em um mês e adicionou 30 novos clientes, seu CAC é de 10.000 reais.

2.Custo do marketing na aquisição de clientes

Essa métrica define quanto o marketing efetivamente gastou no CAC. Ela é interessante porque ajuda a ver quando suas estratégias estão mais ou menos eficazes, de acordo com as mudanças nesse valor. Se o custo do marketing na aquisição de clientes aumentar, isso pode significar que você está gastando muito nessa área, que seus custos de vendas estão mais baixos ou que o retorno não está sendo tão bom quanto o esperado. Para calcular, basta efetivamente subtrair o que foi gasto efetivamente na execução da propaganda do valor total gasto para adquirir novos clientes. Um exemplo: Se sua empresa tem um CAC de R$ 10.000 por cliente, basta subtrair os demais custos (vendas, suporte) e você saberá a parte do marketing neste valor.

3.Lifetime Value

Lifetime Value, que em português que dizer “valor do tempo de vida” consiste numa métrica que estipula o valor atual do cliente comparado ao que você gastou para trazê-lo até seu negócio. Ao calcular isso, você pode redefinir estratégias e mirar na satisfação do cliente em longo prazo. É uma forma eficaz de saber aproximadamente quanto cada consumidor efetivamente rende e decidir com mais embasamento os investimentos em marketing para aquele público alvo. O cálculo consiste, basicamente, em coletar certas informações dos seus consumidores e da inteiração deles com as ações desenvolvidas para atraí-los e retê-los: as estratégias de relacionamento.

Isso dará boa ideia do que esperar desse comprador e também embasamento para decidir quanto vale gastar para mantê-lo. Para começar, é preciso saber com que frequência esse cliente compra o tempo médio que ele passa se relacionando com a empresa. Em linhas básicas, é o valor médio de uma compra, multiplicado pelo número de vezes que ele faz essa transação, multiplicado pelo tempo de retenção dele na empresa (meses ou anos para um freguês típico). Garantir um Lifetime Value melhor dá para a empresa o suporte necessário para crescer.

4.Tempo de retorno do investimento

Essa métrica mostra o tempo que você leva para receber de volta o valor que investiu para conquistar aquele cliente. Consiste no número de meses que você leva para ganhar de volta o CAC você gastou para conseguir um novo freguês. Ela é interessante, pois demonstra efetivamente quanto tempo você levará para ganhar dinheiro de verdade. Se você tem um cliente contumaz ou que consomem de forma mensal, por exemplo, geralmente é desejável que o retorno chegue antes de 12 meses. Isso quer dizer que o novo consumidor se tornou “rentável” em menos de um ano e então você começa a ter o verdadeiro retorno.

5.Retorno sobre investimento (ROI)

Em qualquer negócio, essa é provavelmente a métrica mais importante para o investidor. Ela mensura o rendimento adquirido após o investimento de uma determinada quantia de recursos. É considerada uma das mais importantes KPI’s (indicador-chave de desempenho), e é calculada subtraindo o Investimento Inicial do Retorno e depois dividindo o resultado pelo Investimento Inicial. A fórmula fica da seguinte maneira:

ROI = (Retorno – Investimento Inicial)/Investimento Inicial

Desse modo, se o Ganho Obtido for R$ 1.800,00 e o Investimento de R$ 1.000,00, obtém-se o resultado de 0,8. Resumindo, o investimento obteve um retorno 80% maior que o investimento. Veja o cálculo abaixo:

(R$ 1.800,00 – R$1.000,00) / R$ 1.000,00 = 0,8

6.Taxa de abertura de emails

Uma das mais importantes métricas para email marketing é a taxa de abertura. Para defini-la, basta dividir o número de pessoas que receberam a mensagem pelo número de usuários que a abriram. Essas informações são relevantes porque demonstram a perfomance de títulos, conteúdo, design, formato; e o índice de engajamento do internauta com a sua marca. Assim, se o seu mailing possui 10.000 contatos e 1.000 abriram a sua última mensagem, o cálculo fica: 10.000 / 1.000 = 10.

Cabe ao empreendedor testar quais os métodos obtém os melhores resultados e aplicá-los nos próximos emails.

7.Custo por Clique (CPC)

Essa é uma métrica muito usada para medir a efetividade de campanhas de links patrocinados. Ela calcula a média do valor pago por clique em plataformas de Ads como o Google Adwords, o Bing Ads e o Facebook Ads. Se o objetivo do seu negócio é gerar tráfego para uma página de destino, essa é uma métrica muito importante pois, assim, é possível avaliar quais as plataformas e palavras-chave vêm obtendo melhores resultados.

9.Fontes de Tráfego

As fontes de tráfego representam a fatia percentual de cada canal utilizado pelos usuários para chegar a um site. Um internauta pode chegar a uma página de destino através de tráfego direto (quando a URL é digitada direto no navegador), links em outros sites (quando há um backlink redirecionando para a sua página), links patrocinados (quando chegam à página através de anúncios), resultados de buscas (quando o usuário faz uma pesquisa em um buscador e encontra a página) ou através das redes sociais.

10.Taxa de Rejeição

Também conhecida com Bounce Rate, trata-se da porcentagem de usuários que abandonaram um site visitando uma única página de destino. Assim, é possível medir a efetividade de um site. Quando a taxa de rejeição apresenta números elevados, significa que é preciso fazer modificações, como mudança de design, troca de calls to action (chamada para a ação) ou puramente de usabilidade.

11.Taxa de Cliques (CTR)

CTR, em inglês, significa Clickthrough Rates, e é calculado dividindo número de cliques pelo número de vezes em que ele foi exibido. É uma métrica importante pois calcula a efetividade de um anúncio, e é medida em percentual. Plataformas como o Google Adwords dão a opção do pagamento por impressões, então pode ser um diferencial para obter melhores resultados pagando menos. Desse modo, se o seu anúncio teve 10.000 impressões e 100 cliques, temos:

100/10.000 = 0,01%

12.Tempo de Permanência no site

O tempo de permanência revela o índice de engajamento de um site. Se a média de tempo que os usuários permanecem em um site está baixa, devem ser verificadas as razões. São muitos os motivos para que um usuário fique pouco tempo nas páginas de destino, como conteúdo de pouca qualidade, páginas de destino com erros, mal carregamento de páginas, questões de experiência do usuário ou simplesmente pelo site não ter design responsivo (comportado por dispositivos móveis).

13.Taxa de Conversão (CVR)

A taxa de conversão depende do que você define como tal. Uma conversão pode ser a realização de uma venda, a inscrição em uma newsletter, o download de um documento, etc. Para realizar o cálculo, basta dividir o número de usuários que chegam a uma página de destino pelo número de conversões efetivadas.

14.Engajamento

O engajamento é uma métrica utilizada principalmente no monitoramento de redes sociais. Ele pode variar de plataforma para plataforma, mas, em geral, trata-se do número de interações efetuadas pelos usuários com uma postagem ou página. Comentários, compartilhamentos, menções, curtidas, cliques em links, alcance, entre outras, são métricas relacionadas ao engajamento, e é possível calculá-las individualmente ou como um todo. Dependendo do objetivo, algumas poderão ser mais importantes que outras, então é necessário ter bem definidos os objetivos estratégicos.

15.Custo por lead

O custo por lead é semelhante ao custo por aquisição de cliente, porém, como o próprio nome diz, se refere ao volume de leads adquiridos. Para calculá-lo, basta dividir o investimento total para campanhas específicas pelo número de contatos adquiridos.

16.Índice de Retorno

O índice de retorno é a métrica que revela quantos usuários retornaram a um site. Ele revela o quanto um internauta se engajou com um site, ou seja, se encontrou relevância no conteúdo produzido e gostou da navegabilidade. Em suma, se foi útil para ele de alguma forma.

Essas são as dezesseis das métricas mais relevantes para qualquer negócio e, conseqüentemente, para seu chefe. Ter uma visão holística de como a empresa está se relacionando com o cliente e também de como o seu público alvo está chegando até você pode ser de extrema importância para realinhar estratégias, redefinir investimentos e direcionar melhor sua atenção e seu capital.

A maioria desses índices não é complexa de se calcular e isso deve ser feito de forma constante e precisa. Em tempo de alta concorrência e mercado consumidor extremamente exigente, isso pode ser o diferencial que faltava para lançar definitivamente sua empresa na trilha do sucesso. Não deixe de medir!

Erros comuns em campanhas de Branding

Presença de marca é algo extremamente importante para qualquer empresa, mas algumas empresas ignoram esse detalhe, acham que ter um produto de qualidade é o suficiente para garantir o sucesso do seu negócio.

Grande erro. Do que adianta ter o melhor produto do mundo, se as pessoas não sabem que ele existe? Ter uma marca forte e presente no mercado demonstra que você faz diferente dos outros que oferecem o mesmo produto ou serviço que o seu.

 

Utilizar uma identidade corporativo ineficaz

O ponto principal de uma empresa é seu logotipo. O design do logotipo traz elementos que representam o seu negócio e trás a imagem que sua empresa quer passar ao público. Sua identidade tem eu ser relevante e especial. Ela deve transmitir a visão, os valores e a principalmente a personalidade da sua empresa.

 

Fazer o mesmo

Há casos em que as empresas fazem o que a maioria dos seus concorrentes faz e acabam não se diferenciando no mercado.

Para construir bem sua marca e conquistar a credibilidade do mercado, você tem que diferenciar sua empresa das outras em campo. Você pode oferecer o mesmo produto ou serviço, mas é importante oferecer aos clientes uma abordagem diferente. Sua empresa não é igual a do seu concorrente, você possui diferencial e seu diferencial deve ficar claro para o seu público-alvo através de sua campanha. E, se feita de forma eficaz, à diferenciação vai ajudar a sua marca a se posicionar na mente de clientes potenciais.

 

Ter um site mal projetado

O site da empresa é o passo chave para penetração na Internet.  Todo mundo sabe que para ter uma boa presença online é fundamental ter um bom site. Portanto, você deve ter um site de fácil navegação, atraente, bem escrito e que possa ser encontrado na web sem dificuldades – é crucial ter uma estratégia de SEO. Um site pode servir de ferramenta para atingir tanto seu público local, como global.

Não entender seus clientes

Em qualquer setor, entender seu público é muito importante. Você deve saber quem são quais os seus desejos e necessidades, preferências e comportamentos. Tendo conhecimento destas informações, o trabalho de se comunicar com seus clientes fica mais fácil. Você saberá exatamente o que fazer para obter a atenção deles e como leva-los a escolher a sua marca.

 

Falta de monitoramento da campanha de branding

Pesquise. Descubra como o mercado percebe sua marca. Em seguida, meça sua campanha de branding para ver seus pontos fortes e pontos fracos. Daí você saberá de pontos que você precisa melhorar e pontos que você pode fortalecer através de sua campanha.

 

Falta de atenção aos clientes já existentes

Na corrida para conquista de novos clientes, os clientes atuais acabam sendo deixados de lado. Faça seus clientes se sentirem valorizados e mantenha um bom relacionamento com eles.

 

Fonte: http: www.vicentesampaio.com.br

11 Técnicas de SEO para triplicar as visitas do seu site

 

Para ter resultados com SEO é preciso conhecer as técnicas que funcionam, mas mais do que isso você precisa colocar em prática. Nesse meio existe muito achismo. Muitas pessoas compartilham coisas que nunca testaram e que muitas vezes nem dão tão certo.

Nesse post eu compilei algumas técnicas de SEO que acredito que sejam essenciais para você implementar hoje e começar a aumentar seus resultados em tráfego.

1. Consiga links poderosos no Wikipédia

Obter links no Wikipédia pode parecer algo fora de realidade para a maior parte das pessoas comuns, mas vamos tentar tornar as coisas mais fáceis nesse post.

Ter links do Wikipédia apontando para o seu site tem muitas vantagens: fonte de tráfego, autoridade (sim, mesmo sendo nofollow) e pode ser escalável se você tiver tempo suficientemente livre para fazer isso constantemente.

Para encontrar links quebrados no Wikipédia para você substituir pelos seus, você precisa fazer uma garimpagem na página do assunto que você quer colocar o seu link até encontrar um link quebrado.

Beleza encontrou o link quebrado, e agora?

Agora você irá colocar o link quebrado no site https://archive.org/web/ e analisar o conteúdo antigo que estava naquela página.

Daí basta fazer um conteúdo bem parecido com o original e jogar o link no Wikipédia solicitando a alteração, afirmando que o antigo link estava quebrado e que você está sugerindo um link novo e funcionando 100%.

Mais fácil que tabuada de 1, não é mesmo?!

2. Copie anúncios do Adwords e crie posts com títulos persuasivos

Quem trabalha com Google Adwords provavelmente já conhece isso. Se não conhece, fica sabendo agora. Por outro lado, a comunidade do SEO muitas vezes deixa passar essas oportunidades.

Uma boa copy pode literalmente roubar o tráfego dos seus concorrentes que estão mais bem posicionados.

Quem anuncia no Adwords faz dezenas de testes com títulos e descrições diferentes com objetivo de converter cada vez mais, por isso nós iremos copiar esses anúncios para criar posts e chamadas atrativas.

Com esse exemplo acima, podemos criar várias chamadas interessantes para um texto.

Título: Promoção Óculos Ray Ban Oficial

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Se você está sem ideia de títulos persuasivos, essa é uma sacada ninja pra você começar a implementar hoje.

3.  Conteúdos épicos

Vamos ser sinceros. A maior parte do conteúdo disponível na internet é muito fraco. Conteúdos épicos se destacam na multidão.

Claro que o conteúdo por si só não vai te deixar na primeira posição. Não estou falando isso. Preste muita atenção agora.

Com conteúdos bons e voltados para os benefícios do visitante, você provavelmente vai ganhar compartilhamentos em redes sociais e isso irá lhe trazer mais tráfego.

Não adianta escrever conteúdos vazios só para ter posts com frequência no seu blog. É mais vantajoso ter 1 conteúdo sensacional por mês do que 5 mais ou menos.

 

Crie conteúdos com o máximo de conhecimento que você tem, pesquisando em várias fontes e entregue algo novo no seu segmento. Eu sei que parece aquele papo clichê de “conteúdo é rei”, mas um conteúdo diferente vai fazer você se destacar dos demais. Ou você quer ser só mais um?

4. Link sites de autoridade

Essa é uma das coisas que as pessoas têm muito medo de fazer, principalmente iniciantes em SEO.

Muitos acham que linkar outros sites vai fazê-los perder visitantes e relevância, mas é exatamente o contrário.

Explico.

Em 2003, o Google fez uma atualização no seu algoritmo dando relevância para links externos. Esse foi o algoritmo chamado Hilltop.

A ideia é muito simples. A grosso modo, se você linka um site de autoridade, você está apontando para um site de confiança, logo seu site é confiável. Deu pra entender? É como se você estivesse indicando um excelente profissional na sua área e recebendo um agradecimento por isso.

Dessa forma, o Google aumenta a relevância do seu site e o site linkado vai ver que você o linkou através do Google Analytics. Claro que o proprietário do site só vai saber do seu link se ele acompanhar o Analytics. E claro, se o site for muito grande, talvez ele não veja seu link e passe despercebido. Mas levando em consideração que ele veja seu link, essa é uma excelente forma dele linkar para você novamente e até de firmar uma parceria. Acredite, isso acontece.

5. Passe relevância para páginas mal posicionadas

Existe uma frase que diz o seguinte:

“A segunda página do Google é um excelente lugar para esconder um corpo.”

É claro que é um exagero, apesar de sabermos que poucos usuários visitam a segunda página do Google quando querem encontrar alguma coisa.

Mas a verdade é que a segunda e terceira páginas podem ser minas de ouro.

Passo 1: Use o Webmaster Tools para encontrar suas páginas que estão na segunda e terceira página.

Vá até Tráfego de pesquisa > Search Analytics

Marque opção “posição” para encontrar as palavras pela posição no Google.

Agora filtre por posição:

Agora procure pelas posições 11 a 30. São as palavras que estão na segunda e terceira páginas do Google. No nosso caso achamos “como ganhar dinheiro extra” na 16ª posição e nos gerou 386 impressões por mês.

 

Olhando no Planejador de Palavras-chave, parece ser uma palavra interessante de se trabalhar:

Passo 2: Identifique as páginas de maior autoridade no seu site

Agora você precisa descobrir quais páginas possuem maior relevância.

Vá no site Ahrefs e coloque a URL do seu site:

Agora vá em Top Pages para encontrar as páginas com maior autoridade:

 

 

 

 

 

 

 

 

A ferramenta irá mostrar as páginas com mais autoridade do seu site:

Passo 3: Vá até essas páginas e insira links para as páginas que precisa ranquear

Agora entre nessas páginas e coloque links para as páginas que você encontrou no Webmaster Tools, assim essas páginas vão subir no ranking.

6. Escreva mini postagens nas descrições do YouTube

O YouTube é uma excelente ferramenta de busca e por isso você precisa estar lá. Uma dica simples para ser encontrado com mais facilidade é escrever textos com mais de 200 palavras nas descrições.

Isso é muito poderoso para ranquear vídeos.

Lembre-se de sempre colocar palavras-chaves relacionadas com o temo que queira posicionar. Use sempre palavras de cauda longa também.

Dessa forma meu site aparece bem posicionado para um termo bem interessante:

7. Use palavras de cauda longa nos seus títulos

Um dos grandes erros é colocar no título apenas a palavra-chave exata que se quer ranquear.

Por exemplo: se alguém quer posicionar uma página para o termo “como posicionar um site”, provavelmente essa pessoa vai colocar o título “Como posicionar um site”. Mas isso é uma perda enorme de oportunidades.

Veja o que você deve fazer:

Eu queria posicionar meu site para um termo como “Colocar site no Google”. É um termo bem amplo, concorda? Se eu criasse um texto com o título “Colocar site no Google” eu estaria perdendo milhares de oportunidades de ser encontrado.

Por isso optamos em trabalhar com um título mais extenso, englobando mais palavras. Dessa forma o título ficou “Como colocar meu site na primeira página do Google”, o que retornou buscar para as mais variadas combinações de palavras que os usuários digitam.

 

 

 

8. Encontre ideias para artigos no Wikipédia

Quer encontrar ideias para novos artigos no seu blog? Ah, já sei! Vai procurar no Planejador de palavras-chave do Google.

Nops! Errado.

O Planejador do Google é muito limitado pra isso. Que tal usar o Wikipédia para te dar ideias que nem seus concorrentes imaginam?

Fomos ao Wiki, digitamos “dengue” pra gente ter como exemplo:

Veja a quantidade de assuntos que você pode abordar sobre o tema pesquisado. Sem contar com a parte de referências, que é um achado de assuntos relacionados e extremamente relevantes.

9. Faça conteúdos com pelo menos 1.000 palavras

Conteúdos longos dominam.

Um estudo da Serpiq mostrou que os TOP 10 resultados do Google tendem a ter mais de 1.000 palavras em seus conteúdos.

Primeiro de tudo, parece que o Google gosta de priorizar conteúdos densos. Eu sei que existem páginas sem conteúdo na primeira posição do Google, mas essa talvez seja a exceção que confirma a regra.

Outro motivo de criar conteúdos extensos é que eles geram mais empatia. Pessoas gostam de conteúdos profundos (se tiver qualidade, claro) e ficam gratas por isso. Dificilmente um conteúdo de 300 palavras vai despertar algum sentimento no visitante.

10. Dê prioridade ao primeiro link

Entenda, se você tem 2 ou mais links em uma página apontando para a mesma página, qual dos links o Google vai dar prioridade? Os dois?

Errado.

O Google prioriza o primeiro link da página que está apontando para a mesma página. Por exemplo:

Uma página tem 2 links, o primeiro com o texto âncora “clique aqui” e o segundo “comprar jóias online”, ambos apontando para a mesma página, a www.joias.com/comprar-joias.

O Google vai dar prioridade ao primeiro link, o “clique aqui”. E qual palavra é mais interessante? Provavelmente o termo “comprar jóias online”, não é?

Nesse caso, o ideal é inverter a ordem dos textos e colocar a palavra que você quer priorizar primeiro. Combinado?

11. Invente palavras

É bem isso mesmo. Você vai criar palavras que não existem.

Não necessariamente novas palavras, mas combinações diferentes.

Dessa forma você está criando uma marca original, assim você automaticamente já fica bem posicionado para esse termo. Quando as pessoas começarem a citar a palavra que você criou, você vai estar nas primeiras posições.

Quando for criar suas próprias técnicas, lembre-se de dar um nome original para ser lembrado e citado por outros sites.

 

 

Fonte: http://www.vicentesampaio.com.br/seo/tecnicas-aumentar-visitas/

Por que investir em Facebook Ads? Veja 3 razões

As mídias sociais revolucionaram a forma como as pessoas e empresas interagem e se relacionam. O consumidor possui perfil cada vez mais ativo e exigente, refletindo diretamente na postura das empresas.

Seja para atrair novos clientes, qualificar o relacionamento com os atuais ou expandir a presença online, não há dúvidas quanto ao poder das redes sociais. Neste contexto, contar com a expertise de uma equipe de redes sociais, é a melhor solução para investir em Facebook Ads com tranquilidade e segurança.

Manter a Fan Page da sua empresa ativa e sendo gerenciada de forma profissional será fundamental para realmente engajar a audiência, aproveitar a verba disponível e obter resultados ao investir em Facebook Ads.

Listamos 3 razões para investir em Facebook Ads para sua empresa gerar novos negócios e acelerar as vendas. Confira!

Mais engajamento da sua página

Investir em Facebook Ads para sua empresa, nos dias de hoje em que a concorrências se mostra cada vez mais ativa, passa a ser fundamental para levar os produtos e serviços desenvolvidos por sua empresa a um maior número de pessoas, aumentando o engajamento destas com a sua página. Investir em Facebook Ads para sua empresa irá auxiliar também no aumento das visualizações orgânicas das suas publicações.

Mais tráfego para o site

Ao investir em Facebook Ads para sua empresa, será possível criar campanhas que geram e aumentam o tráfego do web site da sua empresa. Através de anúncios altamente segmentados, será possível estimular acessos para páginas específicas, de algum produto ou serviço, contribuindo para o conhecimento geral da sua empresa e, consequentemente, aumentando as conversões.

Novos clientes para a sua empresa

Quando você começar a investir em Facebook Ads para sua empresa, ganhará um alto poder de segmentação do serviço de anúncios do Facebook, aproveitando por completo os benefícios deste grande aliado na geração de novos leads. Para isso, conte com a expertise de uma agência de marketing digital que possua uma equipe especializada em redes sociais, para utilizar os diversos tipos de divulgação que a rede oferece, criando campanhas em formatos distintos de anúncios para diferentes objetivos, direcionando estas para o sucesso da sua empresa. Leia também “Como definir o público para campanhas de Facebook Ads?”

E você, gostaria de investir em Facebook Ads para sua empresa?

Caso você conheça algumas vantagens de investir em Facebook Ads e utilizar a gestão de redes sociais que não falamos nesta publicação do blog, compartilhe conosco na seção de comentários abaixo!

Não deixe de acessar nosso blog, aqui você encontrará dicas de gestão de redes sociais e muitas outras dicas de marketing digital para o seu negócio vender mais.

As cinco melhores dicas para transformar o cliente interessado em negócio fechado

Quando o assunto é marketing online, o grande foco do trabalho é captar clientes interessados e colocá-los em contato direto com sua empresa. Falamos sobre a importância de ter uma forte presença focada no seu público-alvo, utilizar recursos de geolocalização, manter o site sempre atualizado, além de manter as páginas da empresa nas mídias sociais sempre atualizadas. Mas, em termos de negócios, o verdadeiro sucesso deve ser medido pela conversão do contato em negócio fechado.
Você pode estar fazendo tudo correto até aqui, mas a partir do telefonema, outra fase no andamento da negociação é iniciada. Por isso, a SAPIENZA recomenda abaixo as cinco melhores ações para serem tomadas neste momento:

1. Responda as chamadas e ofereça informações adicionais

O primeiro e mais fácil passo para a geração de leads de sua campanha de marketing online é designar uma pessoa da equipe para o atendimento telefônico de forma pronta, rápida e eficiente. Treine este funcionário para que ele seja sempre prestativo, atencioso e educado ao telefone e desenvolva com ele técnicas de venda e persuasão. Ele precisa ainda estar super interado sobre os produtos, serviços e promoções da empresa.

2. Responda as mensagens de voz e e-mails prontamente

É fundamental que sua empresa tenha vários caminhos para o cliente interessado entrar em contato e receber as informações necessárias rapidamente. Para e-mails e formulários, a melhor dica é ter um sistema que retorne uma confirmação do recebimento da mensagem. A caixa de mensagens de voz deve ser constantemente conferida, quanto antes as mensagens forem respondidas, melhor. Para os contatos por escrito, as dicas de atendimento permanecem as mesmas – prontidão, respeito, cordialidade e conhecimento de todos os dados dos serviços e produtos.

3. Construa sua lista de contatos

Uma das coisas mais inteligentes que você pode fazer quando um cliente liga para sua empresa é adicioná-lo à lista de contatos da empresa. Se você estiver usando um sistema de e-mail marketing, solução de CRM, ou seu próprio banco de dados, sendo um cliente em potencial, você deve sempre ter algumas informações atualizada, como nome completo, e-mail, telefone e endereço, além dos produtos e serviços de interesse, a previsão para efetuar a compra e como ele ficou sabendo da sua empresa.
A simples ação de recolher estas informações pode ter um tremendo impacto no seu negócio. Isso significa que a qualquer momento, você vai poder voltar a oferecer produtos ou serviços para o cliente, bem como mantê-lo informado com dicas, ofertas, promoções, anúncios e muito mais. Ainda, saber como o cliente ficou sabendo da sua empresa, é importante para você avaliar a efetividade das suas campanhas de marketing.

4. Classifique os clientes e acompanhe os casos

É vital classificar o nível e o tipo de interesse dos clientes. Use as informações coletadas da sua lista para determinar em qual tipo de cliente ele se classifica – cliente de longo ou curto prazo, se ele está apenas pesquisando, qual o poder de compra, entre outros.
Uma vez que você tiver esta lista padronizada, é importante o atendimento caso a caso. Uma dica extra aqui é a manutenção do contato com os clientes de longo prazo – mantenha-os informados por meio de informativos, newsletters e contato telefônico esporádico.

5. Rastreie a origem

O mercado oferece hoje ferramentas confiáveis para o rastreamento, gravação e análise dos contatos telefônicos. Ative o rastreamento telefônico para todos os números estampados nas publicidades, seja online ou offline. Desta forma, você consegue medir quais peças estão de fato trazendo oportunidades para sua empresa. A análise de tráfego e conversão de sites irá ajudá-lo a entender a origem dos cliques.

Isso é essencial para determinar o seu ROI de marketing e melhorar todas as suas campanhas!
Sua empresa está aplicando todas estas táticas em prol de transformar clientes interessados em negócios?
Pense, analise, reveja e otimize a geração de negócios online de sua empresa!

Eu preciso de uma landing page para minha publicidade online?

A resposta é sim. Landing page é uma página de internet na qual você direciona os clientes que te acham na internet, seja por link patrocinado, rede de display, redes sociais, etc. Mas, qual é o tipo certo de landing page para você?

Muitos especialistas recomendam a criação de uma landing page para cada tipo de campanha que você está fazendo, com o objetivo de aumentar a conversão de seus clientes potenciais. Mas para muitos donos de negócios locais, o custo e o trabalho para manter as landing pages individuais podem não ser viáveis. Vamos mostrar algumas opções de landing page e seus benefícios para que você possa decidir qual é a ideal para seu negócio.

Criando uma única landing page:

Há muitos benefícios em se criar uma landing page para cada uma de suas campanhas de marketing online, por exemplo, você pode personalizar a palavra chave na sua campanha e direcionar para sua landing page para que ela tenha um retorno mais exato da campanha. Por exemplo, se você criar uma campanha sobre uma oferta especial, você pode criar uma landing page especifica para essa oferta. Isso cria uma experiência para o consumidor mais consistente que gera confiança, atrai mais visitantes e aumenta a possibilidade de você conquistar novos clientes. Se você está rodando uma campanha de search, tenha uma landing page que se relacione claramente com seus anúncios, isso pode ajudar a aumentar o índice de qualidade nos motores de busca.

Landing pages exclusivas também são ideais para as estratégias de publicidade mais complexas. Por exemplo, Unbounce recomenda o uso de landing page único, se você estiver executando os seguintes tipos de ofertas ou anúncios:

  • Ofertas promocionais segmentadas
  • Múltiplos produtos
  • Trafego de segmentação de fontes

Ter uma landing page especifica para diferentes tipos de campanhas ou promoções é especialmente útil para mensurar a efetividade de seus anúncios e também testar diferentes tipos de ofertas, mensagens, calls to action além de outros elementos que sua página de destino lhe permite acompanhar e modificar.

Use sua página inicial e também sua landing page

Por outro lado, fazer a manutenção de varias landing page pode demandar muito tempo e recursos que você pode não ter sempre. A página inicial do seu site já pode ser o local onde você tem o maior trafego online. Assim, essa pode ser uma ótima maneira de apresentar seu negócio para novos prospects que clicam em seus anúncios. Talvez você já tenha investido muito ao criar a página inicial do seu site, enquanto nas outras páginas do seu site você não conseguiu investir ou dedicar muito tempo. Muitas empresas locais trabalham para descobrir uma forma mais prática de aperfeiçoar suas páginas iniciais voltadas para a conversão e dedicam suas landing page para suas campanhas de marketing ao invés de criar uma página independente.
Mas, assim como uma página de destino única, sua página inicial precisa de elementos cruciais como uma mensagem específica e um call to action para converter visitantes em leads. Assim, é importante ter certeza que sua página inicial está otimizada para conversão, se você escolheu usa-la como uma landing page, isso pode fazer uma grande diferença em suas campanhas.

Construindo uma Paginas de destino efetiva

Não importa qual o caminho que você escolher, existe algumas maneiras para aproveitar seu site ou landing page ao máximo e otimiza-las para conversões. Ao adicionar alguns componentes-chave da página de destino para as páginas que você está direcionando o tráfego da Web através da publicidade e marketing on-line, você pode aumentar as conversões de seus visitantes. Aqui estão três ideias importantes a considerar:

  • Um número de telefone de destaque para a facilidade de contato
  • Um forte apelo à ação que seduz os visitantes para converter
  • A proposta de valor única que comunica o seu principal benefício